sexta-feira, 5 de março de 2010

Descubra como acontece esse fenômeno.Ondas.




1.As ondas começam a se formar muito longe da praia,em alto-mar.Ventos fortes,mudanças na presão do ar,erupções vulcânicas submarinas ou tremores ou deslizamentos no solo do oceano causa ondulações na superfície da água.
2-As ondulações seguem para o litoral.Perto da praia,a profundidade do mar diminuiu e o fundo de areia freia a água.Isso faz a água se acumular e ganhar altura,mais fortes as ondulações mais altas são ondas.
3-Em praias sem obstáculos,as ondas quebram com força.Em lugares mais abrigados,elas perdem energia ao bater antes em rochedos e as águas são calmas.


Você sabia que...
A extenção das ondas varia de poucos centìmetros a quase 800 metros?
Em praias tranquilas,uma onda mede poucos centímetros de altura,mas outras chegam a 30 metros durante tempestades?
O ondógrafo é o aparelho que mede as ondas?
Em praias onde o solo é muito inclinado,a base das ondas é freada de repente e elas ficam altas e fortes?
Terremotos ou erupções vulcânicas no fundo do oceano sacodem a água com tanta força que formam ondas imensa,chamadas de tsunamis.

Você conhece as partes de uma onda?
A CRISTA é a parte de cima.Quanto mais alta ela è,mais forte a onda quebra.Se a onda està perto da praia ou hà muito vento,a àgua da crita se mistura com bolhas de ar e surge uma espuma esbranquiçada.
A parede liga a crista e a base da onda.
A base é a parte que encosta na superfície da àgua e onde a onda começa a se elevar.

quinta-feira, 4 de março de 2010

O que nòs fizemos.










Nòs sofremos a culpa è nossa tudo oque està acontecendo nòs somos os culpados digamos que não da mais para voltar atràs è o fim acabou a culpa è nossa esse mundo està na pior veja:
E mais as chuvas estão causando estados umilhantes:

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Como se salva um animal da extinção?



Notícias sobre animais costumam ser más notícias: perda do habitat, problemas com espécies invasoras, caça predatória etc. No meio de tantas desgraças, uma novidade passa despercebida: o homem está conseguindo consertar alguns de seus erros, salvando vários bichos da extinção. No Brasil, inclusive


"A quantidade de animais brasileiros ameaçados só aumentou porque ampliamos nosso radar. Muitas deixaram a lista", diz Daniela Oliveira, responsável por conservação de biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente. Cada caso é um caso. O governo chinês não dava bola para o urso panda, e foi preciso que uma ong topasse o desafio.

O falcão de Maurício precisou que outras aves chocassem seus ovos, e o elefante africano foi salvo porque o marfim caiu na ilegalidade. Seja como for, é importante saber que décadas de política ambiental produziram resultados.



1. URSO PANDA
POPULAÇÃO: 1 400 em 1980; 2 500 em 2004.
PROBLEMA: Seu habitat, a selva de bambus, murchou com a urbanização acelerada da China.
SOLUÇÃO: A ong WWF criou projetos para ensinar a população a conviver com a espécie sem ameaçá-la.



2. CONDOR DA CALIFÓRNIA
POPULAÇÃO: 27 em 1987; 223 em 2008.
PROBLEMA: Ocupação dos morros e poluição.
SOLUÇÃO: As aves tiveram de ser capturadas para criação em cativeiro. A população, ainda pequena, é aos poucos reintroduzida na natureza.



3. BÚFALO AMERICANO
POPULAÇÃO: 750 em 1890; 500 mil em 2008.
PROBLEMA: A conquista do Oeste.
SOLUÇÃO: Foram criadas reservas para os remanescentes, mas a ameaça só foi afastada quando se adotou a criação intensiva de búfalos em cativeiro.



4. ELEFANTE AFRICANO
POPULAÇÃO: 100 mil em 1970; 678 mil em 2008.
PROBLEMA: Caça predatória para extração do marfim - pra quem não sabe, vem das suas presas.
SOLUÇÃO: Proibição do comércio de marfim em vários países, além de muitas campanhas de preservação



5. FALCÃO DE MAURÍCIO
POPULAÇÃO: 6 em 1975; 1000 em 2006.
PROBLEMA: Espécies invasoras.
SOLUÇÃO: Um pesquisador pôs um casal para cruzar no cativeiro, aumentou a fertilidade da fêmea e ainda importou falcões europeus para ajudar a chocar ovos.

MEIO AMBIENTE: A BUSCA POR ENERGIAS LIMPAS



O mundo intensificou muito a busca por energias "limpas", especialmente nestes últimos 20 anos. No entanto, ainda há muito a ser feito neste sentido no Brasil.

Podemos esperar mais investimentos em formas mais sustentáveis de obtenção de energia como a solar e eólica. O Alto custo é a maior barreira para o crescimento da energia eólica no Brasil, porém o custo da geração desta energia tem caído rapidamente nos últimos anos.

Enquanto isso, o consumidor pode ajudar o meio ambiente enconomizando energia. Confira o artigo Telhado verde é alternativa para economizar eletricidade.

Plantas do Cerrado

Introdução ao Cerrado: Meu primeiro contato com o Cerrado foi indo do Rio de Janeiro para Belém do Pará em 1995, quando o C.A. de Biologia da UFRJ alugou um ônibus para levar os alunos ao ENEB-Encontro Nacional de Estudantes de Biologia daquele ano.
No caminho entre a Mata Atlântica e a Amazônia, o Cerrado agraciou nossa passagem com o festival da floração dos ipês-amarelos, a altivez dos buritis enfileirados por intermináveis veredas e a exuberância do pôr do sol no céu do Planalto Central.

O Cerrado me encantou por sua generosidade e me convidou com a vastidão de seu céu, a beleza de suas flores, o sabor e fartura de seus frutos, a hospitalidade e sabedoria de sua gente e a força de suas das águas. É o verdadeiro jardim do Brasil. No ano de 2003 deixei a malha urbana do Rio de Janeiro, para viver na Chapada dos Veadeiros, que integra o (já restrito) grupo de lugares onde podemos ver ambientes em bom estado de conservação no bioma.

Durante este período tive a oportunidade de caminhar diariamente pela vegetação, observando suas alterações ao longo das estações e aprendendo mais sobre as relações entre os personagens do lugar. Atuei na caracterização florística para planos de manejo de RPPNs, visitei e conversei com mais de cem proprietários rurais, em ação para conservação de corpos d’água, por meio da adequação ambiental de APPs e reservas legais.

Nas andanças pude conviver com gente que conhece e lida com as plantas do Cerrado, como os guias Rafael Teixeira e Maurinho Alves, de São Jorge, o viveirista Julmar “Mineiro” Andrade, de Alto Paraíso e a camponesa e agente ambiental Maria Nila, de São João d’Aliança.

Neste espaço quero compartilhar um pouco da beleza plantas e informações garimpadas sobre do Cerrado, um bioma que agoniza em sua destruição e pede socorro aos que acreditam na possibilidade de uma convivência sustentável entre o homem e o meio natural.